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![[Diário de bordo da existência] oito de copas](https://static.wixstatic.com/media/1b6432_b4c1a19f7c654d41b645aeb604ade116~mv2.png/v1/fill/w_333,h_250,fp_0.50_0.50,q_35,blur_30,enc_avif,quality_auto/1b6432_b4c1a19f7c654d41b645aeb604ade116~mv2.webp)
![[Diário de bordo da existência] oito de copas](https://static.wixstatic.com/media/1b6432_b4c1a19f7c654d41b645aeb604ade116~mv2.png/v1/fill/w_454,h_341,fp_0.50_0.50,q_95,enc_avif,quality_auto/1b6432_b4c1a19f7c654d41b645aeb604ade116~mv2.webp)
[Diário de bordo da existência] oito de copas
O ano: 2026. Minha idade: 27 anos mentidos (dizem que, na verdade, é 31). Venho, nos últimos anos, redescobrindo o andar. Pouco a pouco, fazendo novos caminhos — ou vivendo os caminhos que os medos nunca antes me permitiram traçar. O poeta disse: "Caminante, no hay camino, se hace camino al andar." E eu cri no poeta. Por isso, agora estou andando; muito mais neste momento do que quando descobri, aos poucos meses de vida, que era capaz de erguer essa massa de barro e sangue p

limafilho
23 de jul.1 min de leitura
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